Segurança

Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A leitura sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar. Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para passarem a ser mais assertivos com relação ao tratamento, ao estilo de vida, a compreensão de seu próprio corpo. Fazendo com que, o gerenciamento dos sintomas não se torne algo ainda mais difícil.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real, é uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades, dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro dedicam-se ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida de todos os pacientes fibromiálgicos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria, aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a doença é "na cabeça", e não "da cabeça". Isto porque esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativada, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo disparando zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potenciais de dor, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão, pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, qual o que melhor se adapta a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixa que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho e determinação.
Seja bem vindo ao nosso universo, complexo, diferente, invisível... mas é preciso lembrar que o Fibromiálgico não é invisível, e seus sintomas também são reais.
Respeite o fibromiálgico!
Nem tudo que você não vê, você desacredita...
Com a fibromialgia não é diferente.
Ela é uma das síndromes ou doenças invisíveis.
Nenhum paciente escolhe ser fibromiálgico.
Carinho, respeito, apoio, entendimento e harmonia ajudam e muito... depende da sociedade, dos familiares, dos amigos, e dos órgãos governamentais que insistem em desmerecer e desrespeitar o paciente.
Não seja você mais um nesta lista.
Agradecemos sua atenção.
Boa Leitura!

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quarta-feira, 30 de março de 2016

Começa colheita na "Terra Santa", maior plantação legal de maconha da América Latina




Um forte cheiro antecipa a proximidade da "Terra Santa", a maior plantação legal de maconha da América Latina, cuja colheita acaba de começar para permitir a elaboração de um remédio experimental que inicialmente será testado por 4.000 doentes.
Ao todo, 6.400 plantas, de 16 variedades distintas de cannabis que foram plantadas em novembro do ano passado, recobrem um terreno de 6.000 m2 localizado em Quinamávida, um pequeno povoado a 350 km ao sul de Santiago.
Uma cerca de segurança imponente, de quatro metros de altura, com fiação elétrica, câmeras de segurança, uma guarita e um cão não para de latir vigiam dia e noite a fazenda, onde algumas plantas já passam dos dois metros de altura.
A polícia da área também faz visitas frequentes ao local, e a entrada só é autorizada sob rigorosa identificação.
Várias vacas, porcos e frangos também são testemunhas das enormes plantas de cannabis que começaram a ser cultivadas há seis dias para permitir a fabricação de um medicamento que será administrado a três hospitais para tratamento experimental de cerca de 4.000 doentes com câncer, epilepsia refratária e dor crônica, entre outras doenças - inscritos na primeira fase do projeto.
Até agora foram cultivadas 350 plantas e seus promotores esperam completar todo o trabalho em cerca de um mês, para chegar à quantidade de tonelada e meia de cannabis que deve ser colhida.
- Um cuidadoso processo -
Com cuidado extremo, as plantas são desplantadas e transportadas para um galpão, onde cerca de 40 chamados "manicuristas" fazem a poda folha por folha até deixar somente a flor.
"A flor ou 'coração' é a parte importante, onde se encontra a resina que queremos", explicou à AFP Pablo Meléndez, diretor do projeto idealizado pela Fundação Daya, que promove o uso medicinal da maconha com autorização do governo chileno.
Esta resina é a base do princípio ativo testado, destinado a ser usado como método paliativo contra a dor e que irá ser produzido pelo laboratório Knop. Caso o teste dê positivo, a droga pode ser registrada em 2017.
"Os pacientes que receberam o fitoterápico serão avaliados para determinar se a dor foi reduzida quando se trata de pacientes com câncer ou dor crônica ou diminuíram as convulsões ou houve melhora neurológica em pacientes com epilepsia refratária", explicou Melendez, que cultiva maconha há nove anos.
O projeto está oficialmente aprovado e é um marco no Chile, onde a maconha é considerada uma droga "pesada" e onde o consumo privado é permitido, mas não a sua venda ou auto-cultivo.
O processo continua com a secagem dos botões através de grandes ventiladores. Uma vez que se desmoronam secos, são embalados e armazenados para serem enviados para o laboratório e desenvolver um extrato oleoso para administração oral, em gotas.
- Cidade revolucionada -
Aqueles que trabalham na colheita vivem principalmente em Quinamavida, uma pequena cidade localizada na beira de uma estrada secundária, habitada principalmente por camponeses que inicialmente olharam com desconfiança para o projeto.
"Na época, causou rebuliço e revolução, pelos mitos e medos que existem sobre a planta, que iriam receber maconheiros e criminosos, mas nada disso aconteceu e as mesmas pessoas já perceberam que era um benefício" conta Gabriel Sanchez, um dos manicuristas.
"As pessoas mudaram totalmente sua forma de ver o negócio. Hoje, quando se fala em cannabis ou maconha, as pessoas não pensam em tráfico de drogas, pensam em medicina", afirma Ana Maria Gazmuri, diretora da Fundação Daya.
A cultura também atraiu a atenção de organizações que apoiam o uso medicinal da cannabis nos Estados Unidos, Canadá, Espanha, Colômbia e Brasil, que enviou emissários para conhecer a experiência da fazenda "Terra Santa".
"Para mim, é um grande ponto de mudança entender a cannabis como uma planta medicinal, uma planta que tem uma proximidade antiga com os seres humanos", avalia Bruno Torturra, da escola da segurança pública no Rio de Janeiro, em visita à plantação.
O projeto é financiado por 19 municípios no Chile, que desembolsaram até agora cerca de um milhão de dólares.
afp_tickers

Fonte: http://www.swissinfo.ch/por/come%C3%A7a-colheita-na--terra-santa---maior-planta%C3%A7%C3%A3o-legal-de-maconha-da-am%C3%A9rica-latina/42043700

Centro de Saúde Toxicodependência - A maioria dos médicos prescrevem Analgésicos Narcóticos acima do limite

Enquanto 99% excedem o limite de dosagem de 3/dias recomendada, um quarto de das prescrições para um mês inteiro

WebMD Notícias de HealthDay
Por Alan Mozes
Repórter de HealthDay
 
Sexta-feira março 25, 2016 (HealthDay News) - 

Quando os médicos americanos dão aos seus pacientes analgésicos narcóticos, 99% deles distribuem receitas que excedam o limite de dosagem de 3 dias, recomendada pela Federação, sugere nova pesquisa.
E alguns médicos ultrapassam esse limite por várias razões: 

Quase um quarto distribuiu doses para um mês de duração, apesar do fato de que a pesquisa mostrou que o uso de analgésicos narcóticos de prescrição de um mês pode causar mudanças no cérebro,conforme foi encontrado  na pesquisa do Conselho Nacional de Segurança.
" Os opióides não matam a dor . Eles matam as pessoas," Dr. Donald Teater, um conselheiro médico do conselho de segurança, disse em um comunicado à imprensa. "Os médicos são bem-intencionado e querem ajudar seus pacientes, mas estes resultados são mais uma prova de que precisamos de mais educação e formação, se quisermos tratar a dor de forma mais eficaz."
O problema atingiu o ponto onde estes analgésicos altamente viciante, que incluem medicamentos comumente prescritos, como Oxycontin, Percocet e Vicodin , agora respondem por mais mortes por overdose de drogas do que a heroína e cocaína combinada, de acordo com o relatório.
Infelizmente, a pesquisa revelou ainda que, enquanto quase 85% dos médicos demonstram sinais de abuso de analgésicos narcóticos, apenas um terço pergunta sobre uma história familiar de dependência . Apenas 5% oferecem ajuda direta aos pacientes quando sinais de abuso são descobertos, e menos de 40% encaminham tais pacientes para tratamento em outros lugares, segundo a pesquisa.
Os resultados da pesquisa, realizada no início de março e lançado nesta quinta-feira, vem num momento em que overdoses atingiram níveis recordes nos Estados Unidos. Só neste mês, duas agências federais propuseram medidas para tentar conter a epidemia de abuso dos analgésico narcótico.
Na terça-feira, os EUA Food and Drug Administration ordenou que etiquetas de advertência que sejam usadas para analgésicos narcóticos de prescritos. E na semana passada, os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças divulgou novas diretrizes mais complexas, para os médicos que prescrevem esses medicamentos.
Em dezembro, o CDC anunciou que overdoses fatais tinham atingido níveis recordes nos Estados Unidos - impulsionado em grande parte pelo abuso de analgésicos e outro opioide, heroína. Muitos dependentes usam ambos.
De acordo com esse relatório de dezembro, mais de 47.000 norte-americanos perderam suas vidas por overdose de drogas em 2014, um salto de 14% em relação ao ano anterior.
O levantamento do conselho de segurança, de 200 médicos, encontraram outras tendências preocupantes: cerca de três quartos dos médicos indicaram que eles acreditavam que o alívio da dor é melhor alcançada por oferecer aos pacientes um de dois opióides: morfina ou oxicodona (Oxycontin). Mas os especialistas do conselho de segurança observou que analgésicos sem receita (incluindo o ibuprofeno e acetaminofeno) são mais eficazes no alívio da dor a curto prazo.
Desinformação particularmente parece estar em jogo quando se trata de combater a dor nas costas e dor dental. Enquanto mais de 70% e 55% dos médicos dizem que prescrevem analgésicos narcóticos para dor nas costas e dor dental, respectivamente, essas drogas não são considerados o tratamento ideal para qualquer condição, de acordo com o conselho de segurança.
Curiosamente, o conselho de segurança encontrou em uma pesquisa anterior que, cerca de metade de todos os pacientes são realmente mais inclinado a ver o seu médico novamente se analgésicos não narcóticos são oferecidos.

(Obs.: Pode parecer algo de efeito imediato. Porém, os danos que causam ao cérebro e a todo sistema nervoso central, mostram-se evidentes nesta pesquisa. Muito cuidado!!! Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos)

Fonte: http://www.webmd.com/mental-health/addiction/news/20160325/nearly-all-us-doctors-overprescribe-addictive-narcotic-painkillers-survey?ecd=wnl_fib_032916&ctr=wnl-fib-032916_nsl-promo-3_title&mb=zIO2Trxt3XuHX1VhofTIWChonS%2fH3cwyBxN3j2c9bDc%3d 
 

quarta-feira, 23 de março de 2016

O QUE É FIBROMIALGIA ?


 by • 11 de dezembro de 2015

A matéria abaixo foi extraída do site Minha Vida.
fibromialgia (7)
Fibromialgia é uma síndrome comum em que a pessoa sente dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles.
A fibromialgia está diretamente ligada também à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.
Pesquisadores acreditam que a síndrome é causada por um descontrole na forma como o cérebro processa os sinais de dor.

Causas

As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome. Confira:
Genética: fibromialgia é muito recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar a síndrome
Infecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas da fibromialgia
Distúrbios do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão também podem estar ligados de alguma forma à síndrome.

fibromialgia (1)

Fatores de risco

Os médicos alertam para alguns fatores de risco que facilitam o surgimento de fibromialgia. Confira:
  • Problemas para dormir aumentam chances de fibromialgia
  • Sexo: a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos
  • Histórico familiar: a doença é recorrente entre membros de uma mesma família, indicando que talvez exista algum fator genético envolvido nas suas causas.

Sintomas de Fibromialgia

Confira os principais sintomas da fibromialgia:
  • Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar
  • Fadiga: pessoas portadores dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, a exemplo da apneia e insônia
  • Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental
  • Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável)
  • Problemas de memória e de concentração
  • Dormência e formigamento nas mãos e nos pés
  • Palpitações
  • Redução na capacidade de se exercitar.

Buscando ajuda médica

fibromialgia (4)Os sintomas de fibromialgia são muito similares a sintomas de outras síndromes. Geralmente ele é feito por um reumatologista.
Por isso, é importante que, durante da consulta, você:
  • Descreva todos os seus sintomas e a intensidade das dores que sente
  • Fale sobre problemas médicos que teve no passado, bem como o de seus parentes
  • Relate todos os medicamentos e suplementos que toma
  • Diga ao médico se tem problemas ao dormir. Ele deverá perguntar também sobre eventuais sintomas de depressão e ansiedade.

Diagnóstico de Fibromialgia

O diagnóstico da fibromialgia é feito clinicamente (por meio da história dos sintomas e do exame físico) Não existem testes laboratoriais que possam realizar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar exames de sangue para que outras doenças, com sintomas e características parecidos, sejam descartadas entre os possíveis diagnósticos.

Tratamento de Fibromialgia

O tratamento de fibromialgia é mais eficaz quando são unidos medicamentos e cuidados não medicamentosos. O foco é evitar a incapacidade física, minimizar os sintomas e melhorar a saúde de modo geral.
O tratamento pode envolver:
  • Fisioterapia
  • Programa de exercícios e preparo físico
  • Métodos para alívio de estresse, incluindo massagem leve e técnicas de relaxamento
  • Terapia cognitivo comportamental.
  • Existem várias classes de medicamentos que são utilizados em conjunto com o tratamento não medicamentoso. As drogas mais utilizadas são analgésicos de ação central, incluindo algumas drogas antidepressivas e antiepilépticas que têm esta ação analgésica. Medicamentos para melhorarem o padrão do sono e miorrelaxantes também são, frequentemente, utilizados isoladamente ou em conjunto com medicamentos analgésicos.
A terapia cognitivo-comportamental é uma parte importante do tratamento. Com ela, você aprenderá a:
  • Lidar com pensamentos negativos
  • Manter um diário de seus sintomas e dores
  • Reconhecer o que agrava seus sintomas
  • Buscar praticar atividades agradáveis
  • Estabelecer limites
  • Os grupos de apoio também podem ser úteis.
Entre outras recomendações estão:
  • Seguir uma dieta bem balanceada
  • Evitar cafeína
  • Manter uma boa rotina de descanso para melhorar a qualidade do sono
  • Acupressão e acupuntura.
  • Os casos graves de fibromialgia podem ser encaminhados a uma clínica especializada em dor.

fibromialgia (1) 

Medicamentos para Fibromialgia

Os medicamentos mais usados para o tratamento de fibromialgia são:
  • Alginac
  • Ciclobenzaprina
  • Cymbalta
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo/ Prognóstico

A fibromialgia é uma síndrome de longa duração com flutuações frequentes na intensidade da dor. Seguindo o tratamento corretamente e tomando os devidos cuidados dentro de casa, os sintomas tendem a melhorar. Mais importante ainda: com os devidos cuidados, a pessoa com fibromialgia não perde sua capacidade funcional.
Em casa, você pode tomar algumas medidas para ajudar no tratamento e a conviver melhor com a doença. Veja exemplos:
  • Reduza o estresse diário
  • Durma o suficiente para estar descansado no dia seguinte
  • Exercite-se regularmente
  • Mantenha um mesmo ritmo de vida
  • Preserve um estilo de vida saudável.

Prevenção

Não há formas de prevenção para a fibromialgia.
Fontes e Referências
Revisado por: Ari Halpern, reumatologista do Hospital Israelita Albert Einstein – CRM: 51281
Sociedade Brasileira de Reumatologia

Fonte: http://www.casadaptada.com.br/2015/12/o-que-e-fibromialgia/
 

terça-feira, 15 de março de 2016

O que os especialistas têm a dizer sobre o uso da maconha para o tratamento da fibromialgia.

Fibromialgia e a Maconha Medicinal


Por
Característica WebMD
Avaliado por Matthew Hoffman, MD
 
Fibromialgia , uma síndrome cujo sintoma mais evidente é a dor crônica, é difícil de tratar e impossível de curar. Com dor tão debilitante, os pacientes podem se perguntar sobre a tentativa de maconha medicinal para aliviar o desconforto.
Há ainda muito controversa, " maconha medicinal " refere-se à forma fumada da droga. Não se refere à versão sintetizada de THC, um dos produtos químicos ativos da maconha, que está disponível em um medicamento chamado Marinol . A FDA aprovou o primeiro Marinol ( dronabinol ) em 1986 para náuseas e vômitos da quimioterapia . Mais tarde aprovou seu uso para náuseas e perda de peso de AIDS.

A história da maconha medicinal
A maconha medicinal foi prescrita por médicos até 1942. Foi quando ele foi retirado da farmacopeia dos Estados Unidos, da lista de medicamentos disponíveis.
"A maconha tem sido um medicamento por 5.000 anos", diz Donald I. Abrams, médico. "Isso é muito mais do que não foi um medicamento." Abrams, que é oncologista e diretor de programas de pesquisa clínica no Centro Osher para Medicina Integrativa na Escola UCSF de medicina em San Francisco, é um de um punhado de médicos de alto conhecimento, estão no país pesquisando a maconha medicinal. "A guerra contra as drogas é realmente uma guerra contra os pacientes", diz ele.
Então, por que a pesquisa sobre a maconha medicinal quando um comprimido, Marinol, já está disponível?
Marijuana - nome latino da planta é cannabis - tem uma série de componentes chamados canabinóides. Estes componentes podem apresentar propriedades medicinais.
"Há 60 ou 70 canabinóides diferentes em maconha", diz Abrams. Marinol contém apenas um canabinóide - delta-9-THC. Quando o THC é isolado a partir da planta, outros ingredientes são perdidos, incluindo aqueles que podem ser tamponamento quaisquer efeitos adversos de tomar THC "com efeito direto". "Na medicina chinesa," Abrams diz, "eles prescrevem ervas integrais e geralmente combinações de ervas."
Abrams continua a salientar que, "Em 1999, o Instituto de Medicina fez um relatório -. Marijuana and Medicine E eles disseram, na verdade, que os canabinóides têm benefícios no alívio da dor, aumento do apetite, e alívio de náuseas e vômitos . "

É a maconha medicinal é legal?related content

O governo federal Americano, na Lei de Substâncias Controladas de 1970, drogas reunidas em cinco grupos chamados "tabelados", impulsionados por três critérios:
 
  • potencial para abuso ou dependência  
  • utilidade médica 
  • perigos do abuso ou dependência, tanto física como psicologicamente    
 
Para complicar ainda mais as questões legais, vários estados aprovaram suas próprias leis de substâncias controladas que entrem em conflito com as leis federais. Isso inclui reformas políticas de drogas e as leis "uso compassivo" que permitem que pacientes com doenças terminais e debilitantes para usar maconha medicinal. A fim de ser capaz de utilizar, um paciente tem de ter a documentação de um médico.
O norte-americano Dor Crônica Society diz em ACPA Medicamentos e dor crônica, Suplemento 2007: "Alguns estados permitem o uso legal da maconha para fins de saúde, incluindo dor, enquanto o governo federal continua a ameaçar médicos com a acusação para prescrevê-lo."

Os usos da maconha medicinal

"A maconha medicinal tem muitos usos", diz Abrams. "Ela aumenta o apetite ao diminuir náuseas e vômitos. Ele também funciona contra a dor e pode ser sinérgico com medicamentos para a dor, ajuda as pessoas a dormir , e melhora o humor. Eu acho que é uma pena que não permitam que as pessoas tenham acesso ao que é medicinal."
A maconha medicinal não é a "cura" para doenças. Mas os pacientes em todo o mundo têm usado para aliviar uma variedade de sintomas, incluindo:
  • aumento da pressão intraocular devido ao glaucoma
  • náuseas e vômitos da quimioterapia para o câncer
  • dor, espasticidade muscular, e insônia de lesão medular
  • dor, rigidez, e espasticidade muscular da esclerose múltipla
  • perda de peso e perda de apetite de HIV
 A maconha, LSD e heroína foram todos colocados inicialmente no Anexo I - na categoria de os mais viciante e menos medicamente úteis. Em 2003, Abrams publicou um estudo na revista Annals of Internal Medicine sobre a interação entre a maconha medicinal e inibidores de protease em pacientes com Aids. "Nós mostramos que não havia nenhuma desvantagem real em fumar cannabis para estes pacientes. Ele não interferiu com o seu sistema imunitário. Na verdade, ele poderia ter sido benéfico para o seu sistema imunitário no final."

Os prós e contras de maconha medicinal para a dor

Abrams descobriram que a maconha medicinal trabalhou para pacientes com HIV e neuropatia periférica (dolorosas, nervos danificados). Esse estudo foi publicado no Journal of Neurology em 2007. "Fizemos um estudo randomizado, placebo-controlado, ensaio clínico que demonstrou que a cannabis fumada foi eficaz nessa situação", diz Abrams. "As pessoas que dizem que não há evidência de que fumar a maconha tem quaisquer benefícios medicinais realmente não posso dizer isso. A droga era bastante comparável ao melhor tratamento disponível atualmente que temos para a neuropatia periférica dolorosa."

Nem todos os médicos concordam.
"Não vejo nenhum papel para ele no manejo da dor ", diz Charles Chabal, médico. Chabal é especialista em Gestão da Dor no Hospital Evergreen em Kirkland, Washington. "Você certamente vai encontrar médicos que vão ser muito favorável e escrever prescrições de maconha medicinal. Mas é como o médico indivíduo lê os dados e as evidências. Não há dúvida isso faz você se sentir bem, mas o mesmo acontece com o álcool ".
Chabal continua, "Outro problema que tenho com a maconha é que é à base de plantas, não testada, e você nunca sabe o que você está recebendo quando você compra."
O Chabal não receita a maconha medicinal aos pacientes. "Alguns pacientes têm me perguntado sobre isso. Eles querem faça uma receita para maconha medicinal. Mas isso não é algo que eu faria. Eu não quero ser conhecido como" o médico da maconha medicinal ". Já, fazendo o manejo da dor, uma das grandes coisas que eu preciso para resolver são os pacientes que estão usando medicamentos para a dor de forma adequada contra aqueles que abusam delas. Temos muita responsabilidade social com isso.
"Eu não estou ciente de qualquer evidência de que a maconha medicinal é uma das ferramentas que usaria para melhorar a função física e social, incluindo a interação com os entes queridos e familiares - todos os principais determinantes da qualidade de vida", diz Chabal.

O argumento de "pobres de apresentação"

Robert L. DuPont, médico, é professor clínico de psiquiatria na Universidade de Georgetown Medical School e presidente do Instituto de Comportamento e Saúde, uma entidade dedicada sem fins lucrativos, para a redução do uso de drogas ilegais. Ele pergunta: "maconha fumada é um sistema de entrega de drogas razoável, segura para qualquer remédio para qualquer doença? Essa é a questão do limite. A resposta, para mim, é transparente 'não'."
DuPont continua, "Se houver quaisquer produtos químicos ou qualquer combinação na maconha fumada, que sempre demonstrou ser valiosa para qualquer doença, incluindo fibromialgia , eu sou favorável. O que significa que a prescrição de produtos químicos purificados numa dose conhecida,  não cabe aos médicos prescrever queima de folhas para tratar qualquer doença. "
Coexistem um número estimado de 400 produtos químicos na maconha, mas a fumaça da maconha tem cerca de 2.000 produtos químicos, diz DuPont. "Você realmente quer prescrever 2.000 produtos químicos em uma mistura onde você não sabe o que é e chama isso de medicina?"

DuPont diz que é importante testar os produtos químicos na maconha, que podem tratar a fibromialgia . "Se alguém passar pela inspeção como seguro e eficaz, isso é ótimo. A ciência trabalha com produtos químicos purificados em doses controladas."
Na verdade, o relatório do Instituto de Medicina de 1999, apelou para a investigação de "novos mecanismos de apresentação" para a maconha que não envolvem inalar a fumaça nociva.
Abrams desenharam um estudo que comparou fumar cannabis a usá-la em um vaporizador, um sistema de recepção sem fumaça. "Uma vez que nós demonstramos que a cannabis foi eficaz na neuropatia pacientes", diz ele, "nós sabíamos que as pessoas diriam que não é certo para os pacientes fumar um medicamento." O estudo demonstrou que o tabagismo e vaporização proporcionou concentrações muito semelhantes de THC na corrente sanguínea. Ele também mostrou que havia menos monóxido de carbono na expiração - um marcador de gases tóxicos ou nocivos -. No grupo que foi realizada a vaporização "Ele publicou o estudo no The Journal of Clinical Pharmacology and Therapeutics em 2007.

Novas drogas de maconha

A busca por novos medicamentos à base de cannabis continua. Um estudo canadense preliminar,  pequeno, de fevereiro de 2008, anunciando que um novo composto à base de maconha - nabilone - reduziu significativamente a dor e ansiedade para 40 pacientes com fibromialgia,  em Manitoba. Nabilona foi usado no Canadá, para tratar a náusea durante a quimioterapia.
Marinol é a única canabinoide atualmente aprovado para uso nos EUA.  É caro - cerca de US $ 4.000 por ano - e apenas cerca de 10% a 20% do THC entra na corrente sanguínea após o metabolismo .

Os obstáculos de pesquisa

Pesquisando o valor medicinal da maconha não é para os fracos de coração . receber financiamento, aprovações federais, e os resultados publicados - para não mencionar a droga em si, que só está disponível a partir do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas - são todas as batalhas a vencer.
Quando se realiza um estudo, Abrams toma medidas adicionais para garantir a segurança uma vez que a maconha é uma substância controlada. Ele hospitaliza seus pacientes, sem visitantes, na duração do estudo. Mesmo assim, ele diz: "Ainda não é fácil inscrever pacientes em estudos de maconha medicinal. E isso faz com que seja difícil acumular dados."
 
 Fonte: http://www.webmd.com/fibromyalgia/guide/fibromyalgia-and-medical-marijuana
 

terça-feira, 1 de março de 2016

CHAMADO URGENTE A TODOS OS FIBROMIÁLGICOS!!!!!

Como todos já sabem, o SUS deve prestar atendimento conforme determina a Portaria 1083/2012 do Ministério da Saúde a todos os pacientes fibromiálgicos.

Esta portaria não sofreu alterações desde sua criação, em 02 de outubro de 2012.

Já se passou 4 anos e só agora ela pode sofrer alterações, E NÓS DEVEMOS PARTICIPAR, PORQUE É DE NOSSO TOTAL INTERESSE. Precisamos:
- mais especialistas,
- mais profissionais da saúde informados e habilitados,
- mais redes de atendimento aos pacientes fibromiálgicos por todo o país,
- inclusão de medicamentos, que já são prescritos, têm eficácia, e NÃO constam na Portaria. Portanto, não são concedidos aos pacientes fibromiálgicos.

FOI ABERTA A CONSULTA PÚBLICA, PELA CONITEC - Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.

Ou seja, há um questionário que todo paciente ou profissional da saúde, responde no intuito de melhorias, como as que já destacamos por exemplo.

Vamos explicar direitinho, para que ninguém deixe de participar por falta de informações ou dúvidas.


Acesse o seguinte link: http://conitec.gov.br/index.php/enquetes

Se abrirá a seguinte página:
 

CLICK ONDE A SETA VERMELHA INDICA!!!!!


Você será redirecionado a uma nova página, a página do questionário.
Abaixo você vê somente o início da página.

  CASO VOCÊ DESCONHEÇA A PORTARIA 1083/2012 do MINISTÉRIO DA SAÚDE, você pode acessar: 
Para leitura da Portaria.
AGORA É SÓ RESPONDER A CADA UMA DAS PERGUNTAS.

DEIXAREMOS AQUI ALGUMAS SUGESTÕES DE RESPOSTAS À ALGUMAS QUESTÕES.

Lembrando: Você é livre para colocar suas próprias sugestões.
Aqui apresentamos meros exemplos de respostas, exceto a pergunta de número 5.


Questão nº
5) Sobre qual PCDT deseja contribuir? ESTA NÃO É UMA SUGESTÃO, MAS SIM A RESPOSTA CORRETA.
 Click na setinha e escolha
   DOR CRÔNICA

Para responder a 6ª pergunta, é preciso conhecer a Portaria. Então, é uma ótima oportunidade para você ler e conhecer a que você tem direito atualmente. Utilize o link que colocamos mais acima.

Questão nº
7) Qual informação você considera importante acrescentar na atualização do documento?
1) Ainda na consulta podem ser utilizados alguns questionários que ajudam tanto no diagnóstico quanto no acompanhamento dos pacientes. Entre esses questionários eu citaria o Índice de Dor Generalizada, o Índice de Severidade dos Sintomas e o Questionário de Impacto da Fibromialgia.
2) Os anti-inflamatórios e os analgésicos simples são excelentes medicamentos para tratar as dores associadas a dano tecidual. Como exemplo, citamos a dor causada por uma contusão muscular. Nesta situação temos um dano no tecido muscular que origina a dor e o anti-inflamatório atuará para tratá-la e sanar a inflamação muscular. Na Fibromialgia não sabemos ainda a causa exata da dor. Não identificamos nenhum dano tecidual. O que ocorre é que nos pacientes com Fibromialgia há uma sensibilidade maior à dor comparada a pessoas sem Fibromialgia. Isso acontece porque o cérebro das pessoas com Fibromialgia interpreta exageradamente os estímulos nervosos. Os analgésicos e anti-inflamatórios não são eficazes na Fibromialgia, pois não conseguem regular o cérebro para diminuir a sensação exagerada de dor que é sentida pelos pacientes.
3) - É recomendável a utilização do questionário de impacto da fibromialgia (FIQ);
-  É ferramenta auxiliar no reconhecimento dos domínios mais limitantes da síndrome;
- O FIQ é um instrumento validado para avaliar a gravidade dos sintomas da FM.
4) TABELA 1: Critérios de classificação de fibromialgia do Colégio Americano de
Reumatologia
Critérios de 1990                                     Critérios de 2010
Dor nos quatro quadrantes do corpo         Uma das duas condições:
                                               a. IDD ≥ 7 e EGS ≥ 5
                                               b. IDD 3-6 e EGS ≥ 9
Dor há pelo menos três meses               Sintomas há pelo menos três meses
Presença de pelo menos 11 de 18           Outras causas de dor excluídas
pontos dolorosos*                                                      

IDD: índice de dor difusa; EGS: escala de gravidade de sintomas.
* Occipital, cervical baixo, trapézio, supraespinhoso, segunda costela, epicôndilo lateral, glúteo, trocanter maior e joelho bilateralmente.
Índice de dor difusa (0-19): mandíbula, cintura escapular, braço, antebraço/mão, quadril, coxa e perna/pé bilateralmente, coluna dorsal, coluna lombar, pescoço, tórax, abdome; escala de gravidade de sintomas (0-12): soma das gravidades (0 = nunca, 1 = de vez em quando, 2 = quase sempre, 3 = sempre) de fadiga, despertar de sono não restaurador, sintomas cognitivos e sintomas somáticos em geral na última semana.


Questão nº
8)Considerando sua realidade local, o que ajuda ou dificulta a implantação deste protocolo ou diretriz atualmente?
Desconhecimento dos profissionais da saúde, falta de profissionais habilitados, desconhecimento do médico de base para fazer o primeiro diagnóstico e encaminhar ao especialista para confirmação. Em caso positivo, o paciente já dará início ao tratamento medicamentoso e não medicamentoso, conforme determina Portaria 1083/2012 para FIBROMIALGIA.
Ainda recebemos atendimento de profissionais que não acreditam em sua existência, não temos profissionais habilitados para nosso tratamento, mesmo com o Protocolo em questão.


Questão nº
9) Gostaria de comentar sobre algum outro aspecto?
NÃO EXISTEM PROFISSIONAIS HABILITADOS, QUE ACREDITEM QUE A FIBROMIALGIA EXISTE E A TRATEM, EM NÚMERO SUFICIENTE NO PAÍS, QUE ATENDA A DEMANDA DE PACIENTES FIBROMIÁLGICOS.
A SOCIEDADE CIVIL DESCONHECE A FIBROMIALGIA, E TRATA O PACIENTE COMO ALGUÉM PREGUIÇOSO, FALSO, DEPRIMIDO POR CARÊNCIA, "FRESCURA".
No que tange aos medicamentos:
- não temos acesso, como está na Portaria 1083/2012, aos medicamentos que já são usados e prescritos, cientificamente comprovada sua eficácia. Aqueles que podem ter atendimento via seguro saúde/convênio médico ou particular têm recebido a prescrição de: DULOXETINA, PREGABALINA, MILNACIPRAN, VENLAFAXINA, DESVENLAFAXINA, entre outros.
- Maior número de centros de referência para tratamento da dor crônica, espalhados em todo país.
- É de meu conhecimento a falta de REUMATOLOGISTA em diversas cidades do país.
A SAÚDE É UM DEVER DO ESTADO E NÃO ESTÁ SENDO CUMPRIDO, CONFORME ESTÁ EXPLÍCITO NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.

NÃO COLOQUEM RELATOS PESSOAIS.
ELES PODEM DESCARTAR SUAS RESPOSTAS.
ESCREVA APENAS E EXCLUSIVAMENTE, O QUE PODE SER ALTERADO OU ACRESCENTADO À PORTARIA QUE NOS DÁ DIREITO A TRATAMENTO PELO SUS. 

TERMINANDO DE RESPONDER... 
click no local indicado...

Você irá ver uma página com todas suas respostas, com um número de protocolo. Imprima e guarde, ou salve e guarde a tela em seu computador.
Este protocolo poderá nos servir no futuro.

A Abrafibro tem a intenção de acompanhar quem responde a este questionário. Solicitamos que escreva para nosso e-mail - abrafibro@gmail.com
e nos avise que participou com seu nome, cidade/estado.

Vamos à luta!
É nossa chance de participar de nossa única forma de obter tratamento garantido pelo SUS. A atual está péssima. Mas com nossa colaboração vamos tentar mudar para melhor.

Se você desacredita que possam haver mudanças, e não responde ao questionário ... não irá nem sequer tentar! Portanto, não dá pra reclamar do que vier.

PASSE ADIANTE ESTA NOTÍCIA. 

A PARTICIPAÇÃO DE PACIENTES E PROFISSIONAIS É ATÉ O DIA 11/03/2016.

TEMOS SÓ 10 DIAS!!!

SOMOS MUITOS,
SOMOS MILHÕES DE BRASILEIROS FIBROMIÁLGICOS, QUE PRECISAM DE TRATAMENTO GRATUITO.
FAÇA SUA PARTE!
TENHA SUA CONSCIÊNCIA TRANQUILA, PORQUE VOCÊ CONTRIBUIU PARA MELHORAR.

Sozinhos somos de fibra, unidos somos imbatíveis!