Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar ao paciente. Mas deve se extender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas cem diversos aspectos, como: tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

Quer saber o que é FIBROMIALIGIA? Leia na coluna à sua esquerda.

Seja bem vindo ao nosso universo, complexo, diferente, invisível... mas é preciso lembrar que o Fibromiálgico não é invisível, e seus sintomas são reais.
Respeite o fibromiálgico!
Nem tudo que você não vê, você desacredita...
Com a fibromialgia não é diferente.
Ela é uma das síndromes ou doenças invisíveis.
Nenhum paciente escolhe ser fibromiálgico.
Carinho, respeito, apoio, entendimento, ações e benefícios governamentais e harmonia ajudam e muito... depende da sociedade, dos familiares, dos amigos.
Os órgãos governamentais que insistem em desmerecer e desrespeitar o paciente, e para mudar este quadro é que JUNTOS estamos lutando. Faça sua parte também.
Não seja você apenas mais um nesta lista. Você pode fazer a diferença. #JuntosSomosMaisFortes
Agradecemos sua atenção.
Boa Leitura!

Sandra Santos -
Diretora Geral e Fundadora
ABRAFIBRO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS

TRADUTOR

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Música acalma e alivia dores

14.02.2014


Música acalma e alivia dores
Ouvir música não é só um entretenimento e uma medida para acalmar e relaxar – ela pode trazer diversos benefícios para a saúde, como alívio de dores, melhora da memória e até mesmo um estímulo para a prática de atividade física. Isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparados físicos como tratamento de diversos problemas – e tem trazido ótimos resultados.

Em relação à atividade física, a música pode ajudar a embalar o exercício e torná-lo mais fácil e mais prazeroso. Segundo o músico e empresário Alexandre Casa Nova, a música é um estímulo importante para quem se exercita porque disfarça a sensação de fadiga, dor e cansaço e, no lugar, traz um sentimento bom de alegria e motivação, deixando a pessoa mais confortável.

O mesmo acontece com a música para dormir ou acordar. Sons mais graves e lentos, por exemplo, ajudam a pessoa a se desligar das preocupações e, comprovadamente, facilitam o sono e combatem a insônia. Por outro lado, sons animados, energéticos e acelerados são bons durante a manhã para despertar e ajudar a acordar.

Há ainda o benefício da música durante o período de gestação – ela é capaz de acalmar os recém-nascidos e reduzir, por exemplo, em até dez dias a permanência deles na UTI neonatal.

Essa identificação dos pequenos com a música começa, no entanto, depois da 21ª semana de gestação, como explica a pediatra Ana Escobar. Isso porque, na 20ª semana, o aparelho auditivo do bebê, apesar de já estar pronto para receber vibrações sonoras, ainda tem o conduto auditivo externo bloqueado por um tecido de células que protege o desenvolvimento do tímpano. A partir da 21ª semana, essa parede se rompe, o tímpano entra em contato com o líquido amniótico e começa a receber e processar vibrações, fazendo com o que o bebê comece a ouvir.


Fonte: Programa Bem Estar

Conheça a trilha sonora para aliviar a dor

Especialista em musicoterapia sugere canções para ajudar no tratamento dos sintomas doloridos.

Fernanda Aranda, iG São Paulo 


A pesquisadora Eliseth Leão, enfermeira e musicoterapeuta, pesquisa há 15 anos os efeitos da música no tratamento da dor .
Em seu doutorado defendido na Universidade de São Paulo (USP), ela pesquisou a obra do compositor de música clássica Richard Wagner. Encontrou nas partituras do autor alemão um importante auxílio para as mulheres sofredoras de fibromialgia – um tipo de dor majoritariamente feminino, caracterizada por diagnóstico e tratamento difíceis.
Thinkstock/Getty Images
As músicas que ajudam a aliviar a dor
“Estudamos 90 mulheres que sofriam cronicamente de dor e elas escutaram músicas de Wagner (em média 40 minutos). Aferimos a intensidade antes e depois das audições, por meio de escalas numéricas”, conta. “A redução da dor e a sensação de alívio foi impressionante”, afirma a pesquisadora.
Segundo Eliseth, o mecanismo que faz da música um “analgésico natural” é simples: enquanto escutam, as pessoas acionam algumas memórias e fazem associações com imagens que têm efeito terapêutico. A estrutura musical ajuda na liberação do hormônio endorfina, ligado ao bem-estar.
“O curioso é que para ter este efeito benéfico, nem sempre a associação com a música precisa remeter a pensamentos positivos”, fala Eliseth Leão.
Na pesquisa sobre a obra de Wagner, a maior parte das pacientes lembrou, com as músicas, de mortes na família, catástrofes e acidentes, associações seguidas por um alívio. Já quando escutavam Luiz Gonzaga ou Tom Jobim – outros autores com efeitos terapêuticos, nas palavras de Eliseth – os pacientes de dor crônica também apresentaram benefícios, mas com associações de passagens boas da vida, praias paradisíacas, luzes coloridas.
“As melodias, as letras, as lembranças trazidas com os sons, sejam boas ou más, podem ajudar os pacientes a encontrar qual foi o ponto de partida do desequilíbrio que provoca as dores (na cabeça, nas costas ou em qualquer outra parte do corpo)”, explica a especialista.
“Para isso, basta escutar a música, ouvindo as letras, as notas musicais, respirando fundo, como se aquele fosse um momento só seu”, ensina. Com base em seus estudos, a enfermeira consegue indicar o playlist que mais ajuda neste processo terapêutico e analgésico contra a dor. Confira:
(passe o mouse sobre o nome da música que deseja escutar, e click. Você será encaminhado ao site para ouvir a música.)


Leia ainda: Música acalma as dores.


sábado, 20 de setembro de 2014

CAnsaço persistente pode ser Síndrome da Fadiga Crônica

 Desgaste físico está entre as cinco reclamações mais frequentes dos brasileiros

Sempre cansado…10/09/2014 | 09h11
Laine Valgas: cansaço persistente pode ser Síndrome da Fadiga Crônica Stock Images/Stock Images
Noites mal dormidas, má alimentação, falta de atividade física e problemas psicológicos afetam a disposição físicaFoto: Stock Images / Stock Images
"Meu Deus, que cansaço!" "Se pudesse nem sairia da cama, hoje". Essas foram as frases que mais ouvi no últimos 5 dias, em que decidi prestar mais atenção nas pessoas ao meu redor. Como andam cansadas! E acabei descobrindo que esta é uma das cincoreclamações mais frequentes, entre os pacientes que procuram os clínicos gerais, no Brasil.

Segundo o médico Dr Dráuzio Varella, muito disso tem a ver com a vida moderna: noites mal dormidas, alimentação inadequada, falta de atividade física, problemas psicológicos ou mera falta de vontade de trabalhar.

— O problema que é boa parte deste "público" acaba entrando para um estado persistente de cansaço: é quando o quadro passa para a chamada "Síndrome da Fadiga Crônica" — aquela má vontade, que "não vai embora nunca — diz Dr. Dráuzio Varella. Conhece alguém assim?

Sinais da fadiga crônica
De acordo com a Sociedade Brasileira de Medicina de Família, não há exames específicos para identificar a fadiga crônica. Por isso, considera-se portadora da síndrome toda pessoa com fadiga persistenteinexplicável, e que apresentar no mínimo quatro dos sintomas abaixo, por um período de pelo menos seis meses:

:: Dor de garganta;
:: Gânglios inflamados e dolorosos;
:: Dores musculares;
:: Dor em múltiplas articulações, sem sinais inflamatórios (vermelhidão e inchaço);
:: Dor de cabeça
:: Problemas de memória e concentração
:: Sono que não descansa
:: Fraqueza intensa, que persiste por mais de 24 horas depois da atividade física.

Por isso, pra não ser "condenado" a uma vida totalmente estressante,não subestime seu cansaço. Se ele perdurar muito, procure um clínico geral, que vai lhe encaminhar para o especialista. Vale ressaltar que o problema não tem cura, mas tratamento para aumentar a sua imunidade e disposição.

Medicamentos para Fibromialgia

(*este artigo é americano, alguns medicamentos não são autorizados no Brasil, ainda).

Existem muitos medicamentos usados ​​para tratar os sintomas da fibromialgia, incluindo analgésicos, pílulas para dormir e antidepressivos. Alguns medicamentos para o tratamento da fibromialgia ajudam a aliviar a dor. Outros melhoraram o humor e melhorara também o sono. Conversar com o seu médico irá ajudá-lo a encontrar a medicação para o tratamento. Dessa forma, você pode gerenciar seus sintomas de forma eficaz.

Qual é o tratamento inicial para a fibromialgia?

Os primeiros médicos de medicamentos, muitas vezes, tentam ajudar  as pessoas com fibromialgia com antidepressivo, o que ajuda a aliviar problemas de dor, fadiga e distúrbios do sono. Além disso, os antidepressivos ajudam a depressão, que é comumente vista em pessoas com fibromialgia. Antidepressivos mais antigos, chamados tricíclicos, têm sido usados ​​por muitos anos para tratar a fibromialgia. 

Como os antidepressivos tricíclicos tratam os sintomas da fibromialgia?

Os antidepressivos tricíclicos, incluindo Elavil (amitriptilina) e Pamelor (nortriptilina), o trabalho, elevando os níveis de substâncias químicas (neurotransmissores) no cérebro. 
Os antidepressivos tricíclicos aumentar os níveis de serotonina e noradrenalina no cérebro. Pessoas com dor crônica, muitas vezes têm diminuído os níveis desses neurotransmissores calmantes. Os tricíclicos podem relaxar músculos doloridos e aumentar os efeitos das endorfinas - analgésicos naturais do corpo. Embora estes medicamentos sejam muitas vezes mais eficazes, os efeitos colaterais às vezes pode torná-los difíceis de tomar, pois podem causar sonolência, tonturas, boca seca, olhos secos, e prisão de ventre.

Não há outros antidepressivos para aliviar a dor e fadiga da fibromialgia?

Existem vários tipos diferentes de antidepressivos que foram mostrados para ajudar a aliviar a dor, fadiga e distúrbios do sono em pessoas com fibromialgia.
Os antidepressivos mais bem estudadas para a fibromialgia incluem Cymbalta (duloxetina), Savella (milnacipran) e Effexor (venlafaxina).Cymbalta e Savella são especificamente aprovado pelo FDA (a ANS- ANVISA americana) para tratar a fibromialgia. Há menos investigação médica para mostrar que Effexor ajuda fibromialgia. Outros antidepressivos, que também têm sido estudados para a fibromialgia e podem ajudar incluem Prozac (fluoxetina), Paxil (paroxetina), e Celexa (citalopram).
Diferentes antidepressivos funcionam de forma diferente no corpo.Além disso, o que funciona para uma pessoa com fibromialgia pode não funcionar para outra pessoa. É por isso que as pessoas com fibromialgia podem ter que tentar mais de um antidepressivo para encontrar aquele que melhor alivia a dor, fadiga e dificuldades de sono associados com a condição. O seu médico pode ainda querer que você tente uma combinação de mais de um antidepressivo de cada vez.
Que medicamentos fibromialgia ajudam a aliviar a dor?
Diferentes tipos de analgésicos são por vezes recomendados para diminuir a dor muscular e trigger point dor profunda que vem com fibromialgia. O problema é que esses analgésicos não funcionam da mesma forma para todos com fibromialgia.
Os analgésicos sem receita médica, como o paracetamol elevam o limiar de dor para que você perceber menos dor.

Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), quando tomado sozinho, normalmente não funcionam muito bem para a fibromialgia. No entanto, quando combinado com outros medicamentos fibromialgia, AINEs freqüentemente ajudam. AINEs estão disponíveis ao balcão e incluem drogas como a aspirina, ibuprofeno e naproxeno.

Quais são os efeitos colaterais de analgésicos para a fibromialgia?

Tenha cuidado Tomar aspirina ou outros AINEs, se você tem problemas de estômago. Estes medicamentos podem levar a azia, náuseas ou vômitos, úlceras estomacais e sangramento do estômago. O risco de hemorragia grave é ainda maior em pessoas com mais de 60 anos de idade Não tome medicamentos sem receita médica,ou anti-inflamatórios - AINEs - por mais de 10 dias sem consultar o seu médico. Levá-los por um período prolongado aumentam as chancse de efeitos colaterais graves. A aspirina e outros anti-inflamatórios não esteróides podem causar ou agravar úlceras estomacais. Se você já teve úlceras ou qualquer tipo de problemas estomacais ou hemorragia intestinal, fale com o seu médico antes de tomar NSAIDs. 
O paracetamol é relativamente livre dos efeitos colaterais. Mas evite este medicamento se você tem doença no fígado. Tomar mais do que a dose recomendada também pode levar a danos no fígado.
 Relaxantes musculares são úteis para a dor da fibromialgia?
O relaxante muscular ciclobenzaprina provou ser útil para o tratamento da fibromialgia. É muitas vezes prescrito para ajudar a tensão muscular facilidade e melhorar o sono. Relaxantes musculares trabalham no cérebro para relaxar os músculos.
Com relaxantes musculares, pode ocorrer boca seca, tontura, sonolência, visão turva, desequilíbrio, instabilidade e mudança na cor de sua urina. Estes medicamentos podem aumentar a probabilidade de convulsões. Os adultos mais velhos às vezes experimentam confusão e alucinações quando tomá-los.
 Quando são utilizados para a fibromialgia anticonvulsivos?
Lyrica, originalmente utilizado para o tratamento de convulsões, é uma nova droga para o tratamento da fibromialgia. Com fibromialgia, Lyrica afeta substâncias químicas no cérebro que enviam sinais de dor em todo o sistema nervoso. Pode reduzir a dor, fadiga e melhorar o sono.
Neurontin (gabapentina) é outra medicação que anticonvulsivante tem sido mostrado para melhorar os sintomas da fibromialgia.

Existem outros medicamentos para a dor de fibromialgia disponível?

Analgésicos, tais como Ultram (tramadol), também podem ser utilizados para tratar a fibromialgia. Estes narcóticos é uma medicação que atua no cérebro para afetar a sensação de dor. Não é tão viciante quanto drogas.
Além disso, os médicos podem prescrever benzodiazepínicos, como Ativan (lorazepam), Klonopin (clonazepam), Valium (diazepam) e Xanax (alprazolam) para ajudar a relaxar os músculos dolorosos, melhorar o sono e aliviar os sintomas da síndrome das pernas inquietas (sensações desagradáveis ​​no pernas que forçá-lo a mover-los constantemente). Os benzodiazepínicos são formadoras de hábito e deve ser usado com cautela. Tomar mais do que aumentos recomendados o risco de efeitos secundários graves.
Medicamentos narcóticos poderosos, como Percocet e OxyContin (oxicodona) e Vicodin e Lortab (hidrocodona), só devem ser considerados, se todas as outras drogas e terapias alternativas foram esgotadas e não houve alívio. No entanto, eles são viciantes e devem ser receitados sob supervisão médica e monitorados.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Estudo do cérebro sugere como funciona a fibromialgia

19/09/2014


Por Kathryn Doyle
NOVA YORK (Reuters Health) - As varreduras do cérebro mostram que as pessoas com fibromialgia possuem uma desordem da dor, e reagem de forma diferente aos outros que considerariam locais não-dolorosos e sons, sugere nova pesquisa.
O pequeno novo estudo fornece pistas para o que pode estar acontecendo de errado no sistema nervoso das pessoas com fibromialgia, juntamente com possíveis novas abordagens para aliviar sua dor.
"Se entendermos o mecanismo, podemos chegar a novas e potencialmente melhores formas de tratamento", disse o principal autor Marina López-Solà do departamento de psicologia e neurociência na Universidade do Colorado, Boulder.
Fibromialgia, o que os pacientes sentem dores musculares tão generalizada e fadiga, afeta até cinco milhões de americanos, mais comumente as mulheres de meia-idade, de acordo com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.
Sua causa é desconhecida e não há cura, mas medicamentos podem tratar os sintomas.
Os novos resultados sugerem não só que a fibromialgia está relacionada a maior processamento de sinais relacionados com a dor, mas também potencialmente a um processamento de forma incorreta, de outros tipos de sinais sensoriais não-dolorosos que podem ser importantes para enfrentar durante o tratamento, Lopez-Sola disse à Reuters Health por e-mail.
Ela e sua equipe usaram "imagem funcional por ressonância magnética", que mede as alterações de fluxo sanguíneo no cérebro, para avaliar as respostas do cérebro entre 35 mulheres com fibromialgia e 25 mulheres similares sem o transtorno.
Os pacientes com fibromialgia foram mais sensíveis ao estímulo não-doloroso, em comparação com pessoas sem o transtorno, eles relatam à Arthritis and Rheumatism.
Os pesquisadores mostraram os temas de algumas cores, jogou alguns tons e pediu temas para executar tarefas motoras muito simples, ao mesmo tempo, como tocar a ponta do polegar direito com outro dedo.
Áreas do córtex do cérebro, principalmente responsáveis ​​pelo processamento visual, sinais auditivos e motores foram ativados significativamente no grupo de comparação saudável, mas não no grupo fibromialgia.
No entanto, outras regiões do cérebro que não são relevantes para o processamento primário foram ativados em doentes de fibromialgia, mas não nos controles saudáveis.
O que parece estar acontecendo é que os cérebros dos pacientes com fibromialgia é um sub-processamento de certas formas de informação sensoriais nos primeiros estágios de processamento, mas também amplificar o sinal em um nível posterior de integração sensorial de múltiplas entradas sensoriais, Lopez-Sola disse .
"Quando você está com dor, é provável que você esteja mais concentrada em sua própria dor do que sobre as tarefas que você tem que prestar atenção," disse o Dr. Pedro Montoya do Instituto de Investigação em Ciências da Saúde na Universitat Illes Balears em Palma de Mallorca, na Espanha, que não fez parte do novo estudo.
"Para mim, estes resultados fornecem mais apoio para a idéia de que estratégias psicológicas destinadas a mudar o foco de atenção do organismo aos estímulos externos pode ser útil para esses pacientes", disse Montoya.
Havia apenas um pequeno número de pessoas envolvidas no estudo, e os pesquisadores não são responsáveis ​​por outros problemas de saúde mental, os participantes podem ter tido, fatores que limitam os resultados, disse o Dr. Winfried Hauser, professor associado de Medicina Psicossomática na Technische Universitat Munchen, na Alemanha.
Pessoas com fibromialgia têm também condições como a depressão, por isso algumas pessoas acreditam que a doença tem uma base mental, disse Michael E. Geisser, professor do departamento de medicina física e de reabilitação da Universidade de Michigan em Ann Arbor.
Mas a evidência de uma base neuro-anatômica para a fibromialgia está crescendo, disse Geisser, que não era parte do novo estudo.
"Há evidências crescentes de que a fibromialgia não é apenas uma condição de dor", disse à Reuters Health por e-mail. "Uma pesquisa mais recente feita em pessoas com fibromialgia, como a pesquisa feita por Lopez-Sola e colegas, sugere que as pessoas com fibromialgia sofrem de um déficit de processamento central de vários tipos de estímulos sensoriais, não apenas da dor."
"É como se o controle de volume para a sensação em pessoas com fibromialgia é virado para cima, ou é mais alto, para muitos tipos de sensação, em comparação com pessoas sem a doença", disse ele.
Isso pode ajudar a explicar por que muitas pessoas com fibromialgia também sofrem frequentemente de fadiga, problemas cognitivos ou perturbação do humor, disse Geisser.
Atualmente, as pessoas com o transtorno podem tomar medicamentos anticonvulsivantes, como a pregabalina (Lyrica), e antidepressivos, como a duloxetina (Cymbalta) e milnaciprano (Savella), que têm sido aprovado pela FDA para o tratamento da fibromialgia.
Outras pesquisas para melhorar a compreensão de que existem problemas no cérebro de pessoas com a doença pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos, disse Geisser.
Por exemplo, seria interessante ver se um tratamento dirigido a Moderar a resposta em uma área do cérebro que "exagerou" neste estudo, ajudou a tratar os sintomas da fibromialgia, disse ele.
FONTE: http://bit.ly/1mbOikg Arthritis and Rheumatism, linha 15 setembro de 2014.


Read more: http://www.businessinsider.com/r-brain-study-hints-at-how-fibromyalgia-works-2014-9#ixzz3Dn6lYcUb

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Fibromialgia: conheça os fatores importantes para o diagnóstico e as causas da doença











(Nota da Abrafibro:  Há pouco tempo, praticamente não encontrávamos artigos em revistas on line, ou em papel, nos programas de tv, de rádio, .... entre outros meios de comunicação que falasse sobre nossa Síndrome. 

Hoje, encontramos quase todos os dias artigos, nos meios de comunicação, que falem sobre a Fibromialgia. Isso sem qualquer dúvida, tira o véu de invisibilidade que ela sempre se manteve. O que só prejudica o paciente, seu tratamento, incluindo a credibilidade de sua existência entre os profissionais da área da saúde, o respeito, a cidadania e a dignidade do Fibromiálgico. 
Divulguem os artigos, montem um álbum, imprimam e distribuam. 
O papel do Fibromiálgico não se limita a ir ao médico e ouvir suas prescrições. É também ajudar e participar de maneira ativa, para que todos os nossos objetivos sociais, trabalhistas, previdenciárias, e familiares... 
Cada uma fazendo um pouco, alcançaremos o todo.
Sozinhos somos fortes, unidos somos imbatíveis!
Sandra Santos - #diretorageral 


Hoje, não é mais necessário que o médico apalpe diversos pontos do corpo para identificar se uma pessoa sofre de fibromialgia. Saiba mais sobre o diagnóstico e as condições que podem culminar no problema.

Atualizado em 15/09/2014
Sílvia Lisboa - Edição: MdeMulher
Pacientes com fibromialgia podem apresentar dor difusa, fadiga, insônia, déficits de memória e depressão.
Foto: Deborah Maxx/Helga Silva

O diagnóstico mudou
O Colégio Americano de Reumatologia redefiniu, há três anos, os critérios que enquadram um paciente como portador da fibromialgia - problema crônico que espalha dores pelo corpo inteiro e atinge entre 2 e 3% da população brasileira. Até pouco tempo atrás, o médico tinha de apalpar 18 pontos dolorosos do corpo para detectar a síndrome. Isso caiu por terra. Hoje são levados em conta os seguintes fatores:
· Dor difusa em cinco a sete partes do corpo por mais de três meses
· Cansaço crônico
· Problemas de memória e concentração
· Insônia e sono não reparador
· Diarreia ou prisão de ventre frequentes
· Vontade constante de urinar
· Suor em excesso
· Sensibilidade ao frio


As possíveis causas do problema

Veja as condições fisiológicas, psicológicas e ambientais que podem culminar na síndrome.
Estresse e traumas
Términos de relacionamentos, perdas, baques profissionais, problemas em casa, traumas na infância e acidentes de carro que afetam a região do pescoço servem de gatilho para o distúrbio ou para o seu agravamento.
Sensibilização central
Pessoas com fibromialgia têm uma alteração neuroquímica no sistema nervoso central, que aumenta a percepção da dor. Possuem menos substâncias que inibem essa sensação e mais moléculas encarregadas de amplificá-la.
Distúrbios psíquicos
Depressão e ansiedade são comuns em portadores da síndrome e podem tanto desencadeá-la quanto ser uma consequência da dor crônica e da fadiga.
Menos fibras nervosas
Segundo um estudo dos reumatologistas Xavier Caro, do Centro Médico e Hospital Northridge, e Earl Winter, da Universidade North Central, ambos nos Estados Unidos, portadores da condição apresentam uma menor densidade de fibras nervosas na epiderme, o que ajudaria a explicar as dores constantes e que surgem após um leve toque na pele.
Agentes infecciosos
O transtorno pode dar as caras após infecções bacterianas e virais. Além disso, seus portadores ficam mais sensíveis ao frio, à umidade, ao excesso de esforço e a oscilações hormonais.

sábado, 13 de setembro de 2014

Analgésico trata a dor crônica sem viciar

O efeito foi descoberto por uma cientista do Instituto Butantan. Em testes com ratos, a substância também não causou problemas de sono e estomacais, comuns nos remédios prescritos atualmente.

Bruna Sensêve - Correio Braziliense
Publicação:03/09/2014 14:00Atualização:03/0

Clique para ampliar e saber mais (Anderson Araujo / CB / DA Press)
9/2014 14:06   

A dor é o primeiro sinal de que algo errado acontece com o paciente e também é considerada um dos cinco sinais vitais para a avaliação dele — soma-se à medida da pressão arterial, do pulso, da respiração e da temperatura. Os casos clínicos mais significantes mostram que ela pode atingir status graves, de dor crônica e aguda. A última pode ser muito forte, exigindo a prescrição de analgésicos potentes. Em ambos o casos, porém, há o risco de os efeitos colaterais da medicação usada debilitar o organismo. Uma possível resposta a esse dilema vem de uma pesquisadora brasileira que desenvolve nova estratégia para combater a desconfortante sensação.

A pesquisa, divulgada na última quinta-feira (28) pela revista científica Science Translational Medicine, tem à frente Vanessa Zambelli, do Instituto Butantan, em São Paulo, que trabalhou com a equipe de Daria Mochly-Rosen, professora da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. O trabalho foi iniciado no projeto de doutorado de Zambelli e teve continuidade na universidade norte-americana, onde ela foi bolsista no programa de pós-doutorado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A tecnologia foi transferida para o Instituto Butantan, local de finalização da pesquisa.

A chave para o fim da dor está na molécula Alda-1, desenvolvida no laboratório de Mochly-Rosen há alguns anos. Só que os norte-americanos estavam focados no tratamento de problemas cardíacos. “Descobrimos um outro alvo terapêutico em que essa molécula pode atuar”, diz Zambelli. Ela explica que uma organela celular chamada mitocôndria, responsável pela produção de energia, tem em seu interior a ALDH2. Essa enzima desempenha como função clássica a metabolização de aldeídos (compostos tóxicos) gerados pelo consumo do álcool.

A ALDH2 também metaboliza outros aldeídos tóxicos que surgem quando há inflamações ou doenças. A molécula Alda-1 consegue ativar o funcionamento dessa enzima, fazendo com que ocorra a eliminação desses compostos danosos e que contribuem bastante para a sensação de dor, conforme constatado em pesquisas anteriores. “Temos uma molécula que limpa o acúmulo de aldeído e, em paralelo, acontece a diminuição da dor. Trata-se de uma nova aplicação para a Alda-1, já usada experimentalmente contra o infarto do miocárdio”, diz Zambelli. De acordo com a pesquisadora brasileira, é preciso conseguir financiamento para que a pesquisa, até agora feita em animais, comece a ser testada em humanos.

Preliminar
Na opinião do presidente da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor, José Tadeu Tesseroli de Siqueira, ainda que experimental, o estudo de Zambelli é bastante promissor. Ele aponta dois fatores importantes da pesquisa. Primeiro, a confirmação de que a molécula é ativa e por uma via diferente à anti-inflamatória clássica. A ausência dos efeitos colaterais percebidos em outros medicamentos prescritos para o tratamento da dor também chama a atenção. “São diferentes dos dos opioides, como sonolência, sedação e até mesmo a adição (capacidade de gerar vício). Nesse sentido, é altamente promissor.”

Siqueira ressalta que o trabalho ainda é preliminar e há um longo caminho pela frente. “Mas, sem dúvidas, existe um grande mérito dos pesquisadores em buscar uma nova droga que fuja dos efeitos colaterais que já conhecemos.” Ele ressalta que o mecanismo proposto pela cientista do Instituto Butantan também promove o importante efeito de proteção cardíaca, essencial em casos de combate à dor aguda. “Nesse modelo, foi altamente eficiente e promissor. No futuro, talvez possa se provar também em dor crônica. Essas são as duas grandes demandas clínicas no momento”, avalia.

A ausência dos efeitos colaterais percebidos em outros medicamentos prescritos para o tratamento da dor também chama a atenção (sxc.hu)

A ausência dos efeitos colaterais percebidos em outros medicamentos prescritos para o tratamento da dor também chama a atenção

Os avanços terapêuticos em torno das dores crônicas e agudas são tímidos. De acordo com o neurologista Antônio Cézar Galvão, do Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, explica que basicamente as substâncias analgésicas usadas ainda são de dois tipos. As anti-inflamatórias, que incluem os analgésicos comuns, como aspirina, dipirona e paracetamol; e os opioides, derivados do ópio. “Existem drogas que chamamos de adjuvantes analgésicos que potencializam os efeitos dos analgésicos e que, às vezes, associamos para o alívio dos pacientes. Mas todas têm vantagens e desvantagens”, pondera.

Complicações fatais

Galvão detalha que os anti-inflamatórios podem acarretar uma série de complicações em órgãos fundamentais para o funcionamento do corpo, como o rim, o estômago e o fígado. “Podemos medicar por algum tempo, mas, a longo prazo, haverá muitos efeitos adversos.” Ao mesmo tempo, os opioides podem causar dependência, prisão de ventre, defeitos cognitivos, entre outros problemas. “Quando tratamos um quadro doloroso, primeiro com a dor aguda, conseguimos manipular essas opções porque os medicamentos podem ser deixados em pouco tempo — não o suficiente para efeitos colaterais graves.”

Ainda assim, é preciso avaliar todo o histórico de quem está sendo medicado. Por exemplo, uma pessoa com insuficiência renal não pode tomar anti-inflamatório. Quem tem complicações psiquiátricas não pode ingerir opiáceos. “Na dor aguda, sempre temos o que fazer. A crônica é o grande problema”, diz Galvão. O neurologista afirma que o ideal seria uma substância que tratasse a dor crônica, sem perder efetividade, causar dependência ou efeitos colaterais. Hoje, esses casos são administrados com o equilíbrio de terapias.







Amazônia Brasileira fala sobre fibromialgia

Síndrome provoca dores crônicas no corpo, causando sensibilidade nas articulações, músculos, tendões e em outros tecidos moles


Nesta segunda-feira (25), o programa Amazônia Brasileirarecebe, a pedido da ouvinte Ana Leite, moradora de Balsas, no Maranhão, a médica reumatologista Aline Ranzolin, membro da Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), que fala à Rádio Nacional da Amazônia sobre a fibromialgia, uma síndrome que provoca dores crônicas no corpo, causando sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles, podendo durar longos períodos.

A fibromialgia foi classificada como uma doença reumática em 1990, quando foram lançados os critérios para seu diagnóstico pelo Colégio Americano de Reumatologia, e atinge, em 90% dos casos, mulheres com idade entre 35 e 50 anos. Ou seja, a cada 10 pacientes com fibromialgia, 7 a 9 são mulheres. Apesar disso, a doença ainda pode atingir pessoas mais velhas e até crianças e adolescentes.

Por apresentar sintomas muito difusos e, ainda, aparecer em diferentes momentos da vida, vários médicos ainda desconhecem a fibromialgia e as suas causas. A partir disso, a Dra. Aline Ranzolin revela aos ouvintes do programa Amazônia Brasileira os principais sintomas da fibromialgia e ressalta a interligação entre as dores físicas e os fatores psicológicos, como depressão e ansiedade, e explica como é feito o tratamento da síndrome.

O programa Amazônia Brasileira vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 08h na Rádio Nacional da Amazônia, em rede com a Rádio Nacional do Alto Solimões, onde é transmitido ao vivo às 05h. A apresentação é de Beth Begonha.

Fibromialgia, Família e Amigos: 8 maneiras de melhorar as relações

Relações pessoais na vida do paciente fibromiálgico.
É um tema recorrente.
Recebemos diariamente relatos de pacientes que têm problemas nesta área. Eles tem diversas formas de surgir. Desde a desconfiança sobre a própria síndrome, até a falta de paciência e acreditar no desconhecido, naquilo que não se pode ver.
Como resolver isso?
Sem dúvida, um dos aspetos importantes é desmistificar a síndrome, seus sintomas, seu tratamento, e o que pensa o fibromiálgico.
Costumamos dizer que A fibromialgia pode ser invisível, mas o fibromiálgico não!

Encontramos esse artigo, numa revista médica, que toca diretamente neste tema... As relações pessoais.
Não existe uma fórmula mágica, ou uma só forma de resolver esta questão. O que podemos aqui deixar são sugestões, de práticas que podem ajudar a aliviar essa carga.
Você pode encontrar a sua, e contar sua experiência. Certamente, poderá servir de exemplo para outros fibromiálgicos.
Boa Leitura!

Fibromialgia, Família e Amigos: 8 maneiras de melhorar as relações
Por Bruce Campbell, PhD • www.ProHealth.com • 13 julho de 2014

Nota: Este artigo é reproduzido com a devida permissão de seu Dr. Campbell site Auto-Ajuda SFCDI e fibromialgia . 

(Este artigo é o primeiro na série do Dr. Campbell Reformulação Relacionamentos e de Apoio à Construção .)

Doença grave cria tensões para a maioria dos relacionamentos. As relações com a família, amigos, colegas de trabalho e chefes, e até mesmo os médicos são alteradas de forma a criar novos desafios para ambas as pessoas com CFS ou FM e para aqueles ao seu redor. Este artigo descreve oito estratégias gerais para melhorar as relações, se você tem CFS ou FM. Outros artigos nesta série foco na reformulação relações familiares, melhorar a forma como os casais trabalham em conjunto, encontrar novas fontes de apoio e trabalhar produtivamente com os médicos.

 1. Avaliar e Triagem Se você tiver SFC ou FM, é provável que muitos relacionamentos serão redefinidos e alguns vão acabar. Sugerimos que você faça dessa transição um processo consciente e deliberado, usando relação triagem . Você pode pensar em seus relacionamentos como uma série de anéis concêntricos. Neste esquema, o anel interno contém as pessoas mais importantes em sua vida, normalmente a família e amigos mais próximos. Pessoas no anel externo são conhecidos casuais. No meio, pode haver um ou dois outros anéis de pessoas com diferentes níveis de importância.Você pode desenvolver diferentes abordagens com estas pessoas dos vários anéis, concentrando-se naqueles no anel interno. A ideia geral é a de concentrar-se nas relações mais valiosas ou necessárias. Nas palavras do Dr. David Spiegel de Stanford: "Salvar a sua energia e usar a síndrome como pretexto para se libertar das obrigações sociais indesejadas. Simplifique as relações que são necessárias, e elimine aquelas que são desnecessárias e ingratas. "

 2 . Adaptar - Como você socializa Você pode ser capaz de preservar um bom número de relações, adaptando-as como você as socializa. Por exemplo, se você tem limitações severas e muitas vezes não pode sair de casa, você pode ser capaz de ficar em contato com as pessoas que utilizam telefone e e-mails, além de tê-los pode fazer visitas ocasionais. Outra adaptação é a de limitar o comprimento de socialização, por exemplo, limitando o tempo que fala ao telefone ou a quantidade de tempo que você gasta em conversas presenciais com os outros. A terceira adaptação é alterar as configurações em que você socializa. Você pode ser capaz de tolerar o tempo em um restaurante, se você ir antes ou depois das horas de maior movimento. Outros ajustes incluem a limitação do número de pessoas que você se socializa, com e tendo pausas. Uma mulher com uma grande família disse a seus filhos adultos que ela não iria receber mais do que um par de pessoas de cada vez. 

 3. Faça sua parte Um passo em direção a aliviar tensões em seus relacionamentos é reconhecer que a sua síndrome cria problemas para os outros.Seus sintomas e estados de espírito, por exemplo, podem fazer com que o imprevisível, e seus limites possam forçar os outros a assumir responsabilidades adicionais. Expresse sua apreciação por seus esforços. Reconheça que a síndrome pode torná-lo confiável. Por respeito para com as outras pessoas, avise-os de que você pode ter que cancelar em cima da hora. Para ajudar a manter a relação, diga-lhes que você os valoriza e que cancelar uma reunião não significa que você não gosta deles. Assumir a responsabilidade pelos problemas da sua síndrome cria para os outros. Por exemplo, se a sua síndrome faz de você mal-humorado, faça uma lista de coisas que você pode fazer para ajudar a se sentir melhor, para que você evite infligir o seu humor aos outros. Quando você estiver se sentindo irritado, você pode ouvir música, fazer uma caminhada ou ter um breve descanso. 

 4. Mudar as expectativas e Uso da Assertividade por causa da culpa ou pressão dos outros, você pode fazer mais do que seu corpo pode tolerar. A solução é a combinação de mudar suas expectativas e ser mais assertivo. Mudando expectativas é um processo gradual pelo qual chegamos a aceitar que temos limites e precisam se adaptar a uma "nova normalidade". Para saber mais, pesquise os artigos em como chegar a um acordo com a perda nas Emoções. Assertividade - Aprender também pode ser um processo gradual, como educar os outros sobre os seus limites. Aqui estão quatro idéias a serem consideradas. Em primeiro lugar, ser muito específico nos pedidos que você faz ou limites definidos por você. Em segundo lugar, mostrar que você entende a situação da outra pessoa. Você pode dizer algo como: "Eu sei que a minha doença torna a sua vida mais difícil e que algumas coisas que dizem e fazem pode ser frustrante." Em terceiro lugar, prefaciar seu pedido, uma declaração de agradecimento, como "Eu aprecio tudo que você faz para mim . "Quarto, se você achar que é difícil ser assertivo,  pratique o seu pedido para você ou alguém de sua confiança, antes de fazer para a pessoa cuja ajuda você deseja. 

 5. Educar os outros (seletivamente) Talvez a frustração no relacionamento mais comum entre pessoas com CFS e FM, esteja por não estar se sentindo compreendida e não ser acreditado quando dizem que estam doentes. As pessoas em nosso relatório, de um programa que tenta educar os outros, muitas vezes exigem paciência e nem sempre são bem sucedidos. Uma mulher em nosso programa foi bem-sucedida, com uma abordagem inteligente. Ela deu um panfleto sobre SFC para o marido e filhos adultos, pedindo que eles lessem, como seu presente de aniversário naquele ano. Embora tenha demorado cerca de um ano, um por um dos membros de sua família vieram a aceitar a SFC. Na maioria das pessoas com SFC e FM, eventualmente, coloca limites em seus esforços para educar os outros, concentrando-se nas relações que são mais importantes e, reconhecendo que algumas pessoas nunca poderão compreender ou ser simpáticas.

 6. Construir novos apoios Criando novos relacionamentos pode ser um poderoso antídoto contra a frustração nos relacionamentos e, também pode neutralizar alguns dos prejuízos e ao isolamento trazido pelas síndromes. Um bom lugar para conhecer novos amigos é através de grupos de apoio. (Para idéias  grupo de apoio, converse com a Abrafibro .") experiências similares já estão disponíveis na internet, em salas de chat e fóruns online. Ao pensar sobre como atender às suas necessidades práticas e emocionais, considere montar um grupo de pessoas que possam ajudar. Alguns podem oferecer ajuda prática, como fazer compras, faxina ou de condução. Outras podem ser companheiros para passeios, como uma visita a um restaurante ou uma noite no cinema. Outros ainda podem oferecer apoio emocional, ouvindo e oferecendo tranquilidade. Em qualquer caso, é aconselhável ter várias pessoas para preencher estas necessidades, de modo que, uma ou duas pessoas não se sintam sobrecarregadas e desistam de dar o apoio.O Apoio Profissional ajuda a algumas pessoas com SFC e fibromialgia. Um psicoterapeuta simpático pode prestar apoio e oferecer serviços voluntários para ajudar em sua situação.Se você estiver interessado, você pode olhar para aquele que é especialista em trabalhar com pessoas que têm doenças crônicas. Um grupo de apoio local é muitas vezes uma boa fonte de vantagens. Psicoterapia também pode ser útil para casais.Ela pode oferecer um lugar em que as tensões criadas por viver com síndrome crônica, e de longa duração possam ser abordados. 

 7. Aceitar ajuda e ajudar os outros Outras pessoas muitas vezes se sentem impotentes sobre a sua síndrome. Dando-lhes algo específico para fazer, você pode executar um trabalho, ajudando a si mesmo. Como uma pessoa no nosso programa, disse: "As pessoas ficam muitas vezes emocionadas quando eu peço ajuda de forma claras e prática." Um cuidado: pedindo para muitas outras, no total ou à uma pessoa em particular, pode arriscar o cuidador a um colapso por stress. Ajudar aos outros auxiliares na auto-estima, e também dar aos outros um incentivo para permaneçam no relacionamento. Como alguém em nossos grupos disse: "Eu me pergunto o que estou fazendo para ser uma relação valiosa para a outra pessoa." 

 8. Abrace Solidão A estratégia final para responder a limites e a perda de relacionamentos é abraçar a solidão. Doença grave muitas vezes obriga as pessoas a gastar muito mais tempo sozinha do que antes. Solidão pode proporcionar uma oportunidade para desenvolver novos interesses solitários. Alguns pacientes, reconhecendo que eles vão gastar menos tempo com as pessoas, vêem a situação como uma oportunidade para fazer coisas como leitura e obras de arte, que não teriam tempo suficiente antes em suas vidas. Ver, por exemplo, o artigo JoWynn Johns '" In Praise of Solitude ". 

Fonte: http://www.prohealth.com/fibromyalgia/library/showArticle.cfm?libid=19058&B1=EM073014F&utm_source=EM073014F&utm_medium=em&utm_campaign=FM&slvor=11241.1162810.0.449.0.495634&eid=abrafibro@gmail.com